Na oficina inicial do diagnóstico, os participantes foram convidados a refletir sobre quais as principais questões relativas à realidade de crianças e adolescentes de Bariri gostariam de ver respondidas. Quais conhecimentos são necessários para que se possa ampliar a compreensão acerca da realidade da situação da criança e do adolescente no município?

Com esse objetivo, teve início um exercício prático em que cada participante registrou, individualmente, duas ou três perguntas que o diagnóstico deveria responder. Os participantes foram convidados a distribuir essas perguntas em um grande quadro, agrupando-as em colunas, ou “espinhas dorsais”, por afinidade de conteúdos.

Após sua organização, estabeleceu-se títulos perguntas para essas colunas. Por fim, cada título/coluna passa a representar uma pergunta, definida em consenso, que norteará o processo de (re)conhecimento da realidade, e que norteará a próxima etapa de coleta de dados.

Participantes elaboram as perguntas que gostariam de ver respondidas no diagnóstico

A gente só troca o que tem pelo que ainda não se tem. Isso se chama aprendizagem.”

Tião Rocha

Ao olhar para o conjunto das perguntas os presentes foram convidados a analisá-las e certificarem-se da clareza das ideias apresentadas. As perguntas prioritárias definidas em conjunto foram:

Quais as principais violações de direito contra crianças e adolescentes?

Quantas crianças e adolescentes estão em
situação de vulnerabilidade social?

Qual o índice de crianças e adolescentes que fazem uso de álcool e outras drogas?

Como inserir o jovem no mercado de trabalho?

Qual o índice de evasão escolar e deficit de aprendizagem?

Qual a demanda e os serviços que atendem crianças e adolescentes?